
Estou farta de rebolar na cama há mais de 4 dias. Nunca consegui perceber como é que alguém conseguia estar tanto tempo sem sair de casa quanto mais não sair da cama. O meu corpo está cansado do colchão e do excesso de descanso. Quero sair!
É quando estamos realmente doentes que tudo o resto deixa de ter importância, problemas? Quais? Aqueles conflitos sentimentais e os joguinhos de sedução que não levam a nada e porque como não temos com que nos preocupar fazemos disso um problema. Isso não é nada diante as noites agitadas em que o ar parece não ser suficiente para uma só pessoa. É nessas alturas de desespero que chamamos por quem mais gostamos. E só aparece quem nunca nos faltou: Os de sempre.
É por isso e por muitas mais que me despeço. Não nego que a tua fisionomia começou a fazer parte do meu dia-a-dia, trazia-te comigo. Os teus risos já me eram familiares e o teu nome sempre fez parte de mim... Mas nada disto faz sentido quando não passam de pensamentos e quando a tua ausência é uma constante. Sei da tua condição (talvez demasiado tarde), mas tu nunca te interessaste para saber a minha.
Hoje... Sou eu que parto, e pela primeira vez não me sinto mal por isso...
Mas não chames por mim. É que ainda estou fraca e tenho medo de hesitar no caminho.
2 comments:
Tantas vezes que passei no silêncio das emoções... Deixei sempre que o silêncio fosse comentário... embora a partilha de tantas emoções fosse música de fundo.
Hoje não consegui conter a vontade de dizer: Força! Um mundo espera por ti.
Cumprimentos de quem partilha as ruas de uma cidade maravilhosa que precisa da tua música...
Se nao vale a pena nao percas energias com essa pessoa. Mas falar e facil... Jinhos
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