... Há pequenas coisas que atiçam o amor, que nos dão um grande desejo de amar, uma enorme ânsia de viver.
Wednesday, August 29, 2007
O que me foi acontecer?
4 comments:
Anonymous
said...
Era uma vez um passarinho que morava num ninho no alto de uma arvore. Quando a sua mãe saía cedo para procurar alimento, dizia-lhe: - Filho, não saias do ninho... Ainda és pequeno, podes caír e ficar magoado... Mas o passarinho, com a sua curiosidade, decidiu experimentar as suas pequenas asas. Lançou-se uma vez... lançou a segunda... à terceira perdeu as forças e acabou por cair, magoando a sua pequena asa. Avançou, com muita dificuldade, arrastando a sua frágil asa à procura de ajuda: - Ó amiga vaca, podes-me curar a minha asa? Magoei-me ao lançar-me do ninho..
A vaca, muito mal-humorada, disse que não sabia como o poderia de ajudar... O passarinho, magoado, continuou o seu caminho, arrastando um pouco mais a sua asa no pó...
Mais à frente, encontrou o seu amigo cavalo a quem voltou a pedir auxilio: - Ó meu amigo cavalinho, ajudas-me a tratar da minha asa que eu magoei nos primeiros voos? O cavalo disse que não percebia de asas e que não o poderia ajudar... E lá seguiu o seu caminho, procurando alguém que o pudesse tratar... cada um que encontrava lhe respondia da mesma forma. A dada altura, o passarinho encontrou um rio, com uma água tão limpida que se tornara transparente. O pequeno passarinho aproveitou a ocasião para recuperar forças e beber um pouco de água: - Ó meu amigo rio, não me puderias refrescar a minha asa? Doi-me tanto... Ao que o rio responde: - Coloca aqui a tua pequena asa no meu leito, não te irás arrepender. E com todo o cuidado, ajudou o passarinho refrescando a sua asa, segredando:
- Dá tempo ao tempo, fica quieto no teu ninho... a tua asa ficará melhor dentro de pouco tempo! Foi o que o passarinho fez. Voltou para o seu ninho deixando o tempo actuar...
O tempo passou...
O passarinho esperou calmamente e dentro de dias estava curado e pronto para o seu primeiro voo... No primeiro voo, não hesitou... lançou-se com uma flor, que deixou ao seu amigo rio... Agradeceu-lhe toda a ajuda que lhe tinha dado ... o rio respondeu-lhe calmamente:
- Pequeno passaro, o tempo cura tudo... é só dar tempo ao tempo meu amigo.
Minha querida... dá tempo ao tempo e arranjarás coragem e força para voar novamente.
Rita, espero que o que quer que te tenha acontecido te ajude a crescer... a ser sempre maior. E, sabes? Eu acredito que não farás mais nada senão aproveitar tudo o que te acontece para (vi)veres sempre mais além.
"Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Como te percebo... o tempo pode minimizar os estragos, mas nao apaga... eu ja nao sei se serei capaz de voar como da primeira vez. Cada vez tenho mais medo de magoar as asas... Bjs
4 comments:
Era uma vez um passarinho que morava num ninho no alto de uma arvore. Quando a sua mãe saía cedo para procurar alimento, dizia-lhe:
- Filho, não saias do ninho... Ainda és pequeno, podes caír e ficar magoado...
Mas o passarinho, com a sua curiosidade, decidiu experimentar as suas pequenas asas. Lançou-se uma vez... lançou a segunda... à terceira perdeu as forças e acabou por cair, magoando a sua pequena asa.
Avançou, com muita dificuldade, arrastando a sua frágil asa à procura de ajuda:
- Ó amiga vaca, podes-me curar a minha asa? Magoei-me ao lançar-me do ninho..
A vaca, muito mal-humorada, disse que não sabia como o poderia de ajudar...
O passarinho, magoado, continuou o seu caminho, arrastando um pouco mais a sua asa no pó...
Mais à frente, encontrou o seu amigo cavalo a quem voltou a pedir auxilio:
- Ó meu amigo cavalinho, ajudas-me a tratar da minha asa que eu magoei nos primeiros voos?
O cavalo disse que não percebia de asas e que não o poderia ajudar...
E lá seguiu o seu caminho, procurando alguém que o pudesse tratar... cada um que encontrava lhe respondia da mesma forma.
A dada altura, o passarinho encontrou um rio, com uma água tão limpida que se tornara transparente. O pequeno passarinho aproveitou a ocasião para recuperar forças e beber um pouco de água:
- Ó meu amigo rio, não me puderias refrescar a minha asa? Doi-me tanto...
Ao que o rio responde:
- Coloca aqui a tua pequena asa no meu leito, não te irás arrepender.
E com todo o cuidado, ajudou o passarinho refrescando a sua asa, segredando:
- Dá tempo ao tempo, fica quieto no teu ninho... a tua asa ficará melhor dentro de pouco tempo!
Foi o que o passarinho fez.
Voltou para o seu ninho deixando o tempo actuar...
O tempo passou...
O passarinho esperou calmamente e dentro de dias estava curado e pronto para o seu primeiro voo...
No primeiro voo, não hesitou... lançou-se com uma flor, que deixou ao seu amigo rio... Agradeceu-lhe toda a ajuda que lhe tinha dado ... o rio respondeu-lhe calmamente:
- Pequeno passaro, o tempo cura tudo... é só dar tempo ao tempo meu amigo.
Minha querida... dá tempo ao tempo e arranjarás coragem e força para voar novamente.
Beijos!
Sempre o tempo... Aquele q passa por mim e eu não dou por nada.
Obrigada João, mas o problema já nem é o tempo...
Rita, espero que o que quer que te tenha acontecido te ajude a crescer... a ser sempre maior. E, sabes? Eu acredito que não farás mais nada senão aproveitar tudo o que te acontece para (vi)veres sempre mais além.
"Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Como te percebo... o tempo pode minimizar os estragos, mas nao apaga... eu ja nao sei se serei capaz de voar como da primeira vez. Cada vez tenho mais medo de magoar as asas... Bjs
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