"Rita,
Em primeiro lugar, acho que o meu sentido de oportunidade dispensa apresentações. Por isso, se isto estiver demasiado sério, ridículo, deprimente, lamechas, chato, sem noção ou todas as anteriores, só te tens a ti a culpar, por me incumbires de semelhante tarefa. Mas estou a escrever a prateado por ti, tem de contar para alguma coisa.
Mesmo conhecendo-te há pouco tempo, e apesar da tua capacidade de me surpreender ser, até à data, ilimitada, já me vão faltando palavras que nunca te tenha dito, tirando uma: OBRIGADO.
Acho que nunca a disse, pelo menos com este significado, provavelmente por não ter tido distância suficiente para perceber o que se passou comigo. Mas Obrigado, Rita. Por tudo, porque 10 fitas não chegavam para te explicar o que eu era e o que sou. Por me teres mudado das maneiras que mesmo eu ainda agora começo a perceber. Pelo bom e pelo mau, pelas conversas e silêncios, pelos sonhos e pesadelos. Por seres tu. E isto de 'por seres tu' não é só uma frase que soa bem. É mesmo por seres TU! Sabes do que falo. Aquela que ri e chora pelo mesmo motivo, com igual força vezes sem conta. Que baila entre o céu e o inferno sem se importar se queima os pés. que encontra sempre embrulhos novos para os mesmos sentimentos. Tu que não abdicas de ser quem és mesmo quando sabes bem a dor que te pode trazer.
É por isto e muito mais que te agradeço. Por me teres tocado, mesmo à distância, mesmo sem esforço, como só tu saberias fazer. Às vezes dizias que eu apareci na altura errada . Eu digo-te: para mim apareceste na altura certa. Se hoje tenho mais coisas que há dois anos, foi porque aprendi contigo a lutar por elas. Acredito que sempre fui tentando retribuir-te o favor, e lembrar-te como és especial, se alguma vez consegui, só tu o dirás. Mas também não interessa. Porque se há coisa que fui aprendendo, é que aquilo com que podemos sempre contar na Rita, é que ela seja a Rita (e de vez em quando a Marlene). Passem os amores, amigos, as traições, euforias, desilusões, mas quem emerge sempre és Tu.
É por isso que não preciso de recorrer ao típico 'que a vida te traga tudo de bom', porque sei que estejas onde estiveres, enquanto fores tu, a vida é que será pequena ao pé de ti.
Beijo,
M.
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Em primeiro lugar, acho que o meu sentido de oportunidade dispensa apresentações. Por isso, se isto estiver demasiado sério, ridículo, deprimente, lamechas, chato, sem noção ou todas as anteriores, só te tens a ti a culpar, por me incumbires de semelhante tarefa. Mas estou a escrever a prateado por ti, tem de contar para alguma coisa.
Mesmo conhecendo-te há pouco tempo, e apesar da tua capacidade de me surpreender ser, até à data, ilimitada, já me vão faltando palavras que nunca te tenha dito, tirando uma: OBRIGADO.
Acho que nunca a disse, pelo menos com este significado, provavelmente por não ter tido distância suficiente para perceber o que se passou comigo. Mas Obrigado, Rita. Por tudo, porque 10 fitas não chegavam para te explicar o que eu era e o que sou. Por me teres mudado das maneiras que mesmo eu ainda agora começo a perceber. Pelo bom e pelo mau, pelas conversas e silêncios, pelos sonhos e pesadelos. Por seres tu. E isto de 'por seres tu' não é só uma frase que soa bem. É mesmo por seres TU! Sabes do que falo. Aquela que ri e chora pelo mesmo motivo, com igual força vezes sem conta. Que baila entre o céu e o inferno sem se importar se queima os pés. que encontra sempre embrulhos novos para os mesmos sentimentos. Tu que não abdicas de ser quem és mesmo quando sabes bem a dor que te pode trazer.
É por isto e muito mais que te agradeço. Por me teres tocado, mesmo à distância, mesmo sem esforço, como só tu saberias fazer. Às vezes dizias que eu apareci na altura errada . Eu digo-te: para mim apareceste na altura certa. Se hoje tenho mais coisas que há dois anos, foi porque aprendi contigo a lutar por elas. Acredito que sempre fui tentando retribuir-te o favor, e lembrar-te como és especial, se alguma vez consegui, só tu o dirás. Mas também não interessa. Porque se há coisa que fui aprendendo, é que aquilo com que podemos sempre contar na Rita, é que ela seja a Rita (e de vez em quando a Marlene). Passem os amores, amigos, as traições, euforias, desilusões, mas quem emerge sempre és Tu.
É por isso que não preciso de recorrer ao típico 'que a vida te traga tudo de bom', porque sei que estejas onde estiveres, enquanto fores tu, a vida é que será pequena ao pé de ti.
Beijo,
M.
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1 comment:
Bemmmm, que inveja!! Também quero uma fita assim lol
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